Satélite: Um cobertor para a Guerra Fria

 

Satélite: Um cobertor para a Guerra Fria 


Anna Beatriz Souza Santos


   Os satélites são corpos celestes que giram em torno de planetas pela força da gravidade, eles podem ser considerados naturais como a Lua que gravita em torno da Terra ou artificiais que são aqueles colocados em órbita de um planeta, ou de outro satélite, mas como surgiram? Onde surgiram? Para onde vão? 

   Em um dos períodos mais marcantes da história se destaca a Guerra Fria e todo seu “mar de consequências”. O mundo basicamente se polarizou em duas potências, a União das Repúblicas Socialistas Soviética (URSS) e o Estados Unidos; no epicentro dessa página histórica se destacam: as criações das bombas atômicas e a grandiosa Corrida Espacial. 

   Em 04 de outubro de 1957 a URSS lançou o primeiro satélite artificial da história, o Sputnik I que era uma esfera de metal que pesava em torno de 84 quilos e tinha 58 centímetros de diâmetro, e tinha como objetivo determinar qual seria o País vencedor da Guerra, com isso gerou um grande transtorno emocional nos americanos, levando a uma enorme preocupação que incentivou a criação de uma agência capaz de coordenar e organizar a situação econômica, social e de certa forma, espacial também, A National Aeronautics and Space Administration (NASA). Logo após o satélite Sputnik I, os estadunidenses enviaram o satélite Explorer I, em 31 de janeiro de 1958. Atualmente mais de 2000 satélites estão circundando sob nossas cabeças e esses equipamentos são fundamentais para uso de tecnologias na terra, comunicação e estudos sobre o planeta.

Figura 1 Sputnik I 

Fonte: Google (Imagem: Naomi Hibbert/ArtStation)



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